Eleitor fora de sua cidade tem até hoje para pedir segunda via do título

Está previsto ainda hoje a divulgação, no site do TSE, do primeiro relatório com os recursos recebidos para financiamento de campanha dos candidatos e os gastos feitos.

Faltando 60 dias para eleições veja o que diz o calendário eleitoral

A data de hoje encerra diversos procedimentos eleitorais, incluindo algumas metas que devem ser cumpridos por candidatos, partidos políticos.

Nove famílias da PB se enfrentam na disputa por cargos nestas eleições

Candidato ao governo do estado, o senador Vital do Rêgo Filho (PMDB) é membro de uma tradicional família de políticos de Campina Grande.

Termina hoje prazo para que municípios acabem com lixões

Quem não cumprir a legislação estará submetido às punições previstas na Lei de Crimes Ambientais, que prevê multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.

Morre a mulher que teve a perna esfacelada durante acidente em Cacimbas - PB

O impacto da batida foi tão forte que o veículo chegou a destruir um banco de mármore no local e por pouco não atingiu outras pessoas que estavam próximas no momento da batida.

16/09/2014

Pesquisa do Correio mostra que 37,4% dos paraibanos ainda não escolheram seu candidato a governador

A edição deste domingo do jornal Correio da Paraíba trouxe uma pesquisa diferente das que são feitas, habitualmente, nas campanhas eleitorais. Ao invés de querer saber em quem o paraibano votaria, caso as eleições ocorressem hoje, o Instituto Souza Lopes, contratado pelo jornal, perguntou: “independente do nome dos candidatos, eu gostaria de saber se o (a) sr (a) já escolheu em quem vai votar, se ainda não escolheu ou se não pretende votar para governador da Paraíba”.

O resultado surpreende: 37,4% dos paraibanos responderam que ainda não escolheram o seu candidato a governador. Isso mostra que o jogo político na Paraíba pode não estar definido, independente dos números da corrida sucessória estadual apresentados nas últimas pesquisas de intenção de voto divulgadas no estado.



O Instituto Souza Lopes também quis saber o que o eleitor que ainda não decidiu o voto para governador vai fazer para tomar a decisão. O resultado indica que as equipes de marketing das campanhas – e os próprios candidatos – terão que trabalhar duro para apresentar, nos guias eleitorais da TV, propostas convincentes.

É que, de acordo com a pesquisa, 52,4% dos paraibanos vão assistir ao guia eleitoral (propaganda eleitoral) na TV para poder decidir em quem votar para governador. Em segundo lugar vem a participação dos candidatos nos debates promovidos pelas emissoras de TV: 35,2%.

Os dados completos da pesquisa estão publicados na edição deste domingo do Correio da Paraíba, na página A2 do Primeiro Caderno.

Do Blog Carlos Magno

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Empresa que doou R$ 3,5 milhões a dois candidatos a governador da Paraíba deu férias coletivas a 400 funcionários

A empresa Alpargatas S/A acaba de anunciar férias coletivas a cerca de 400 funcionários, o que representa aproximadamente 3,8% de toda a sua mão de obra na Paraíba, de aproximadamente 10.500 funcionários. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – Fiep, a decisão é resultado do reflexo da economia no Brasil, que forçará as empresas a não crescer este ano.

Porém, a assessoria de comunicação da Alpargatas S/A informou que as férias coletivas ocorrem naturalmente, a cada ano, e que as demissões e admissões da empresa no ano de 2014 estão dento do esperado. Segundo nota divulgada pela empresa, as férias coletivas são uma “medida temporária” que “visa ajustar a produção ao cenário macroeconômico”.



Alpargatas deu férias coletivas a 400 funcionários mas já doou R$ 3,5 milhões a dois candidatos a governador

O mais intrigante é que a Alpargatas S/A tem participado ativamente da campanha eleitoral deste ano na Paraíba, como doadora financeira. Até agora, a empresa já doou R$ 3,5 milhões a dois candidatos que disputam o pleito deste ano no estado. A maior doação foi feita ao candidato a governador Cássio Cunha Lima (PSDB), no valor de R$ 2,7 milhões.

Em segundo lugar, nas doações da empresa, está o governador e candidato à reeleição, Ricardo Coutinho (PSB), que recebeu da empresa uma doação de R$ 800. Os dados foram divulgados recentemente pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE na segunda prestação parcial de contas.


Do Blog Carlos Magno

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Fome deixa de ser um problema estrutural brasileiro para se tornar um fenômeno isolado, diz Ministra

A fome deixou de ser um problema estrutural brasileiro para se tornar um fenômeno isolado, disse hoje (16), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, reforçando o que aponta a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em um relatório sobre a situação alimentar no mundo.

Segundo a entidade, o Brasil é um dos países de maior destaque entre o grupo de 63 nações em desenvolvimento que atingiram a meta de reduzir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015. Mas ainda há 3,4 milhões de pessoas que não comem o suficiente para levar uma vida ativa e saudável. O universo corresponde a 1,7% da população brasileira. Para a FAO, quando o percentual da população subnutrida é inferior a 5%, o problema deixa de ser estrutural.

“O país tem muito o que comemorar. É uma vitória, mas não achamos que nossa missão terminou. Pelo contrário. Isso torna nossa tarefa muito mais complexa, pois após a construção de políticas públicas bem-sucedidas, temos agora que partir para estratégias muito mais focalizadas, procurando identificar a população que continua em situação de insegurança alimentar. É um novo patamar”, disse a ministra. Segundo Tereza Campello, as 3,4 milhões de pessoas que ainda não comem o suficiente estão distribuídas por todo o país, vivendo em comunidades indígenas, quilombolas e isoladas; nas ruas e entre alguns grupos de ciganos.

Em seu relatório, a FAO destaca os resultados alcançados pelo Brasil como um caso de sucesso mundial. O país mereceu inclusive um estudo específico sobre as estratégias adotadas para combater a fome e a subnutrição. “O Brasil é hoje uma referência internacional de combate à fome. As experiências exitosas como transferência de renda, compras diretas para aquisição de alimentos, capacitação técnica de pequenos produtores, entre outras, estão sendo transferidas para outros países”, destaca a FAO na publicação intitulada O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil: Um retrato multidimensional.

Perguntada sobre quais fatores mais contribuíram para o resultado alcançado - se o Programa Bolsa Família, o aumento da renda da parcela mais pobre da população ou a crescente oferta de alimentos -, a ministra destacou o sucesso do conjunto de políticas públicas adotadas ao longo dos últimos anos.

“O aumento da renda é um diferencial e o fator que mais acentuou a redução da subnutrição, mas destaco a importância de outras iniciativas”, disse a ministra. “Tendo acesso à renda por meio do aumento salarial, do número de pessoas empregadas com salário digno e do Bolsa Família, as pessoas passaram a poder se alimentar melhor. Melhoramos também a produção e distribuição de alimentos com políticas como o programa de merenda escolar, que beneficia 43 milhões de crianças e jovens com refeições, e que pesa tanto quanto o aumento da renda”, disse a ministra, reconhecendo que, desde a década de 1990, a parcela da população subalimentada no Brasil vem caindo.


Jornal do Brasil

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Lideranças de oposição de sete cidades, prefeitos e deputado apoiam Lucélio Cartaxo

Lucélio Cartaxo (Créditos: Jackson Souza)
O candidato a senador Lucélio Cartaxo (PT) vem conseguindo agregar um número expressivo de lideranças ao seu projeto político, em diversas localidades do Estado. Nos últimos dias, o petista fortaleceu ainda mais sua campanha nas regiões de Teixeira, Princesa Isabel, Cajazeiras e Litoral Sul paraibano.

Entre esses novos apoiadores, está uma das maiores forças políticas da Região do Conde, o Padre Severino, que destacou a juventude do candidato a senador e sua disposição ao trabalho como um dos maiores motivos para seguir com ele na disputa.

“É um homem com vigor. Um jovem com ideias novas. Sinto que ele tem garra e desenvoltura. Acredito que irá representar melhor o nosso Estado, tão carente de senadores comprometidos com as causas de nossa população”, explicou Padre Severino, que não poupou os adversários de Lucélio: “Maranhão e Wilson Santiago são nomes que já deram sua pequena contribuição. Notamos seus discursos cansados; já superados. Eles já tiveram sua história, e compreendemos que está na hora de renovação”.

Outra nome de peso a se agregar ao grupo recentemente foi o deputado Vituriano de Abreu (PSC), ex-prefeito de Cajazeiras. Para o parlamentar, que disputa a reeleição, a força das novas ideias e sua proximidade com o Governo Federal dá vantagem ao candidato petista sobe os seus adversários.

“Escolhi apoiar Lucélio porque vem com um proposta nova para a política, tão carente de boas ideias. Além disso, com ele no Senado teremos um canal direto com a nossa Presidente Dilma, garantindo assim recursos e obras para a Paraíba”, enfatizou o deputado.

Na região de Teixeira e Princesa Isabel, Lucélio vem conseguindo agregar uma aliança numerosa. Em três cidades, Desterro, Juru e São José de Princesa, conta com apoio dos prefeitos. Nos municípios de Princesa Isabel, Imaculada, Manaíra, Maturéia e Tavares, reforça sua campanha com a oposição.

“Desde que cheguei à Prefeitura, constatei que nossos senadores deixam muito a desejar. Já estive oito vezes em Brasília, visitei seus gabinetes, mas nosso município continua sem nada. Inclusive não tenho conhecimento que qualquer emenda tenha chegado na cidade nem na outra gestão”, lamentou o prefeito de Juru, Luiz Galvão (PSB), que completou: “Estamos depositando nossa esperança em Lucélio, já que será sua primeira chance de mostrar trabalho no Senado. Pelo que demonstrou como gestor, saberá corresponder a essa confiança que estamos depositando nele”.

Assessoria

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Mitos que confudem a cabeça dos eleitores: 6 mitos sobre as eleições no Brasil que muita gente acredita

Votar nulo pode anular uma eleição? Candidatos podem distribuir camisetas? Ficha suja pode receber votos? Veja as respostas para alguns dos mitos que confudem a cabeça dos eleitores

São Paulo - Se a maioria dos votos de um pleito for nulo, a eleição pode ser cancelada. Só os candidatos mais votados conseguem cadeiras na Câmara. Votar branco ou nulo é uma forma eficaz de protestar contra a política.

Todas as frases acima são falsas e fazem parte dos mitos que circulam sobre o processo eleitoral brasileiro. Veja a seguir a explicação para essas e outras dúvidas que podem confundir a cabeça do eleitor:

Mito: Votar nulo pode anular uma eleição

O que define uma eleição são os votos válidos. Votos brancos e nulos não são considerados válidos e são excluídos da contagem final. Portanto, se a maioria dos eleitores votar nulo, todos estes votos serão desconsiderados e ganhará o candidato que tiver o maior número de votos válidos.

Há uma confusão porque o artigo 224 do Código Eleitoral diz que "Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do Município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias". Mas a nulidade a que se refere o artigo são de votos fraudados, coagidos ou falsos.

Mito: Só os candidatos mais votados são eleitos

Nas eleições para prefeito, governador e presidente (realmente) é necessário que o candidato tenha 50% dos votos mais um - isto é, a maioria - para ser eleito. Então, o candidato precisa ser o mais votado para vencer.

No entanto, nas eleições para deputados federais, estaduais, distritais e vereadores pode acontecer de um deputado com menos votos ganhar de um mais votado.

Isso acontece porque o mais importante nesse tipo de votação é o total de votos recebidos pelo partido ou pela coligação. Ou seja: quanto mais votos o partido ou a coligação receber, mais vagas na assembleias terá direito. Só então, sabendo quantas cadeiras tem, o partido elege sua lista de candidatos.

Então, se um partido tem um número maior de cadeiras, ele vai ter mais candidatos seus na Câmara mesmo que em outro partido haja alguém que tenha recebido mais votos. O exemplo clássico é o de Tiririca, que em 2010 se elegeu deputado federal com 1,3 milhão de votos e puxou mais 3 deputados com ele para a Câmara.

Mito: Candidato com a ficha suja não pode receber votos

De acordo com a Lei da Ficha Limpa, um candidato só será impedido de fazer campanha e participar das eleições quando houver uma decisão definitiva do TSE sobre seu registro de candidatura.

Assim, quem for condenado por decisão de órgão colegiado por alguma prática que o enquadre na Lei da Ficha Limpa estará inelegível. Como a elegibilidade é um requisito para a concessão do registro de candidatura, se o candidato estiver nestas condições não terá seu registro de candidatura aprovado pela Justiça Eleitoral.

No entanto, cabem recursos contra tais decisões - o que alonga o processo. Isso faz com que, mesmo sem estar com seu registro de candidatura como elegível, o candidato possa continuar fazendo campanha. Somente quando houver a decisão final de indeferimento do registro é que o candidato não poderá mais concorrer.

Isso permite que se a situação ainda estiver indefinida no dia da eleição, o candidato pode receber votos e até ser eleito. No entanto, se o registro estiver indeferido, todos os votos concedidos a ele serão considerados (momentaneamente) nulos.

Após as eleições, caso ele tenha o registro aceito em decisão final, os votos concedidos a ele voltarão a ser válidos. Se acontecer o contrário, os votos serão considerados nulos definitivamente.

Mito: Votar nulo é uma forma de protestar contra a política


Há campanhas que pregam o voto nulo como uma forma de protestar contra o descaso dos políticos brasileiros com os eleitores, no entanto, o voto nulo acaba por facilitar a eleição de candidatos a deputados federais, estaduais, distritais e vereadores.

O número de vagas que cada partido vai ocupar nas câmaras municipais, estaduais e federal é determinada pelo quociente eleitoral. O cálculo é feito pela divisão total de votos válidos (sem brancos e nulos, portanto) pelo número de cadeiras. Sendo assim, quanto maior o número de votos nulos, menor o quociente eleitoral e menos votos serão necessários para conseguir uma vaga no plenário.

Mito: Ninguém pode ser preso no período eleitoral

De acordo com o artigo 236 do Código Eleitoral, desde 5 dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, nenhuma autoridade poderá prender qualquer eleitor. Há exceções para flagrantes e sentença criminal condenatória por crime inafiançável.

Para candidatos, mesários e fiscais de partido, a garantia começa a valer 15 dias antes do dia da eleição. A exceção de flagrante vale para eles também.

Mito: Candidatos podem dar brindes para fazer campanha

O TSE proíbe a confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato (ou com sua autorização) de camisetas, chaveiros, bonés, canetas e brindes em geral que possam proporcionar alguma vantagem ao eleitor. O infrator pode responder por captação ilícita de sufrágio (isto é, compra de votos) e por abuso de poder.


Exame/ Veja

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Ano de 2015 deverá ser uma pedra no sapato de quem vencer as eleições para a Presidência da República

Presidente que vencer as eleições enfrentará ano difícil na economia, avaliam especialistas.
Baixo crescimento da economia, inflação no teto da meta e câmbio são os principais desafios.

O ano de 2015 deverá ser uma pedra no sapato de quem conseguir vencer as eleições para a Presidência da República. De acordo com especialistas ouvidos pelo R7, o cenário de baixo crescimento econômico deve persistir, a inflação vai continuar incomodando as famílias brasileiras e a pressão sobre o dólar pode aumentar.

A previsão dos especialistas é de que o presidente que assumir no ano que vem precisará adotar uma política econômica rigorosa e terá de dar algumas más notícias para a população — como aumento de tarifas de serviços públicos, como energia elétrica, e produtos com preço administrado, como a gasolina, e ajustar a taxa básica de juros.

O professor de finanças do IBMEC-RJ (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro) Luiz Osório avalia que o candidato que vencer as eleições de outubro vai precisar de jogo de cintura para lidar com o descontentamento do povo. Acima disso, diz Osório, o presidente deverá ter uma equipe econômica competente.

O próprio Banco Central, na ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada em setembro, prevê que a inflação no Brasil deve voltar ao centro da meta do governo, 4,5%, apenas em 2016.

— Há um consenso de que os preços dos combustíveis estão defasados, a gente vai ter um aumento no custo da energia, ocasionado por essa necessidade de usar usinas térmicas, e isso tudo vai fazer com que a gente tenha aumento de preço. Para coibir isso, a dose é taxa de juros mais alta, que só atrapalha o crescimento. 

Sem recuperação
O professor de economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) André Biancarelli também não vê um cenário animador. Ele acredita que, se houver um crescimento da economia em 2015, será muito pequeno e, mesmo assim, valorizado apenas na comparação com o resultado muito baixo deste ano.

— O ano de 2014 está sendo muito ruim, a economia brasileira está parada e isso é inegável. Supondo a continuidade do governo, dá para imaginar que Dilma, num eventual segundo mandato, não fará um ajuste [fiscal] tão duro. Mas, não dá pra dizer que 2015 será um ano de recuperação com crescimento forte.
 
Novo governo
Para o professor do IBMEC-RJ, o cenário desanimador aliado à expectativa de mudança de governo deixa o mercado ansioso e indeciso. Segundo o professor, os empresários estão adiando decisões importantes para aplicar recursos no País porque preferem aguardar o resultado do pleito.

— Muitas empresas estão adiando suas decisões e seus investimentos porque estão esperando para ver quem vai ganhar as eleições e o que o novo eleito vai fazer. Independentemente de quem vença, o novo presidente precisa de plano coerente para trazer confiança internacional e nacional.

Já o economista da Unicamp é menos otimista e acredita que o resultado das eleições não vai mudar muito o cenário de estagnação da economia brasileira, pelo menos em um primeiro momento.

— Pode haver uma recuperação muito tímida na comparação com o resultado muito ruim deste ano.


R7

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