Um prejuízo calculado em R$ 80 mil. Esse foi o saldo do incêndio que aconteceu na tarde desta quinta-feira (03), por volta daas 13h00, na feira livre do município de Mamanguape, cidade localizada no Litoral Norte do Estado. Os comerciantes estão desesperados sem saber o que fazer, pois tudo o que tinham foi destruído pelo fogo.

A comerciante do ramo de sapatos, Rosa Coutinho da Silva, de 33 anos de idade, contou que perdeu tudo. Ela sobrevive no ramo de calçados há cerca de 15 anos, de onde tira o sustento de toda a sua família. Rosa Coutinho disse que só tomou conhecimento da tragédia quando o fogo já havia consumido boa parte dos oito estabelecimentos, pois ontem foi feriado de Corpus Christi e todos estavam em casa.

Rosa Coutinho disse que o Corpo de Bombeiros foi chamado para conter as chamas, mas quando a viatura chegou ao local o fogo já havia sido apagado por um caminhão pipa pertencente a uma usina localizada nas proximidades da cidade.

As versões sobre os motivos do incêndio são várias, sendo uma delas de que o fogo foi provocado por queima de fogos de artifício. Na manhã desta sexta-feita (04), todos os comerciantes que tiveram os seus estabelecimentos destruídos pelo fogo estavam na feira livre aguardando a chegada da perícia que não foi feita pelos Bomberios no dia de ontem.

Dona Rosa Coutinho se queixou de apoio. Ela contou que só recebeu da Rádio Correio do Vale do Mamanguape, local, afiliada da Correio Sat, em João Pessoa, Capital do Estado. A comerciante conta que os proprietários dos estabelecimentos procuraram apoio de várias autoridades, mas até agora nada conseguiram. O delegado de Mamanguape, Fernando Freitas registrou a queixa do sinistro. Já o aprefeito, quando procurado pelas vítimas do prejuízo, disse que só iria recebê-los na próxima segunda-feira.

"Nós não recebemos apoio de ninguém até agora", diz Rosa Coutinho, fazendo uma previsão sobre este sábado (05), dia de feira livre, oportunidade em que venderiam muitos produtos, cujo estoque foi comprado por conta da chegada do período junino. Sem saber o qeu fazer, os comercinates ficam aguardando agora uma solução por parte das autoridades e poder público.

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