A proximidade do verão reforça no espírito de cariocas e niteroienses
sua natural vocação para a prática de esportes. No entanto, os
esportistas amadores ou aqueles que se exercitam esporadicamente devem
ficar atentos a alguns cuidados para evitar lesões nos músculos, tendões, ossos e ligamentos. Pesquisas americanas mostram que 80% das pessoas que participam de algum tipo de atividade física, desde caminhar até esportes com alto contato físico, como futebol, vão torcer o tornozelo em algum momento de suas vidas.
Além das torções, as lesões mais comuns em atletas são as distensões e contusões, estresse da tíbia por sobrecarga (conhecida popularmente como “canelite”) - que pode evoluir para fratura, epicondilites (cotovelo do tenista e do golfista), dor anterior no joelho (joelho do saltador) e dor na região lombar, de acordo com a radiologista Patrícia Martins e Souza, do Labs D’Or.
Segundo a radiologista, as lesões dependem do tipo de atividade, da frequência e da intensidade do exercício. “Mas, de modo geral, as lesões nos joelhos e tornozelos, estiramentos musculares, fraturas de estresse e as decorrentes de quedas ou colisão com outro atleta são as mais comuns entre os amadores”, comenta a médica.
Portanto, há diferenças entre as lesões que afetam os atletas profissionais e os amadores. Segundo Patrícia Martins, as lesões nos profissionais são provocadas por uma carga de treinamento excessiva, por causa da busca de superação dos limites e do melhor rendimento. “Já o amador se expõe ao risco de lesões pela falta de condicionamento físico e pela prática inadequada dos exercícios, geralmente sem orientação ou supervisão”, explica Patrícia Martins.
Por isso, para reduzir o risco de lesões, são necessários cuidados como não dispensar a fase de aquecimento e alongamento, usar calçados adequados, respeitar os limites do corpo – interrompendo as atividades físicas a qualquer sinal de desconforto – e estar em dia com os exames médicos periódicos.
Exames de imagem –Se houver necessidade de realizar exames, os diagnósticos por imagem são uma ferramenta importante tanto para diagnosticar a lesão quanto para ajudar o ortopedista a definir o tempo de repouso, o retorno à prática esportiva e o tratamento mais adequado.
“No caso dos atletas profissionais, os exames de imagem são ainda mais decisivos, pois influenciarão o treinamento e a participação do atleta nos eventos competitivos”, afirma Patrícia Martins.
Nesse sentido, o Labs D´Or e a Clínica Felippe Mattoso oferecem todos os exames necessários, para cada tipo de caso, como Raio-X, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
Ao lado dos equipamentos e softwares de última geração dos exames de imagem, o Labs D´Or e a Clínica Felippe Mattoso contam em seus quadros com profissionais experientes na análise dos exames, que possuem especialidade em radiologia musculoesquelética. Na prática, são capacitados para auxiliar os demais profissionais envolvidos no tratamento do atleta, ao fornecer informações valiosas para o diagnóstico e para melhor conduta médica em relação ao esporte praticado.
“A evolução da Medicina Diagnóstica para detecção de lesões em esportistas profissionais ou amadores acompanha o crescimento da evolução da Medicina do Esporte, que está voltada não apenas para o tratamento, mas também para a orientação, prevenção e reabilitação”, comenta Patrícia Martins.
Com os devidos cuidados físicos tomados, a médica considera positivo o estímulo que Copa e as Olimpíadas dão às pessoas para praticar esportes, “ainda mais no Rio, que é uma cidade bastante propícia para as atividades físicas”.
Além das torções, as lesões mais comuns em atletas são as distensões e contusões, estresse da tíbia por sobrecarga (conhecida popularmente como “canelite”) - que pode evoluir para fratura, epicondilites (cotovelo do tenista e do golfista), dor anterior no joelho (joelho do saltador) e dor na região lombar, de acordo com a radiologista Patrícia Martins e Souza, do Labs D’Or.
Segundo a radiologista, as lesões dependem do tipo de atividade, da frequência e da intensidade do exercício. “Mas, de modo geral, as lesões nos joelhos e tornozelos, estiramentos musculares, fraturas de estresse e as decorrentes de quedas ou colisão com outro atleta são as mais comuns entre os amadores”, comenta a médica.
Portanto, há diferenças entre as lesões que afetam os atletas profissionais e os amadores. Segundo Patrícia Martins, as lesões nos profissionais são provocadas por uma carga de treinamento excessiva, por causa da busca de superação dos limites e do melhor rendimento. “Já o amador se expõe ao risco de lesões pela falta de condicionamento físico e pela prática inadequada dos exercícios, geralmente sem orientação ou supervisão”, explica Patrícia Martins.
Por isso, para reduzir o risco de lesões, são necessários cuidados como não dispensar a fase de aquecimento e alongamento, usar calçados adequados, respeitar os limites do corpo – interrompendo as atividades físicas a qualquer sinal de desconforto – e estar em dia com os exames médicos periódicos.
Exames de imagem –Se houver necessidade de realizar exames, os diagnósticos por imagem são uma ferramenta importante tanto para diagnosticar a lesão quanto para ajudar o ortopedista a definir o tempo de repouso, o retorno à prática esportiva e o tratamento mais adequado.
“No caso dos atletas profissionais, os exames de imagem são ainda mais decisivos, pois influenciarão o treinamento e a participação do atleta nos eventos competitivos”, afirma Patrícia Martins.
Nesse sentido, o Labs D´Or e a Clínica Felippe Mattoso oferecem todos os exames necessários, para cada tipo de caso, como Raio-X, tomografia computadorizada e ressonância magnética.
Ao lado dos equipamentos e softwares de última geração dos exames de imagem, o Labs D´Or e a Clínica Felippe Mattoso contam em seus quadros com profissionais experientes na análise dos exames, que possuem especialidade em radiologia musculoesquelética. Na prática, são capacitados para auxiliar os demais profissionais envolvidos no tratamento do atleta, ao fornecer informações valiosas para o diagnóstico e para melhor conduta médica em relação ao esporte praticado.
“A evolução da Medicina Diagnóstica para detecção de lesões em esportistas profissionais ou amadores acompanha o crescimento da evolução da Medicina do Esporte, que está voltada não apenas para o tratamento, mas também para a orientação, prevenção e reabilitação”, comenta Patrícia Martins.
Com os devidos cuidados físicos tomados, a médica considera positivo o estímulo que Copa e as Olimpíadas dão às pessoas para praticar esportes, “ainda mais no Rio, que é uma cidade bastante propícia para as atividades físicas”.
O DIA/ iG

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