Segue: após as convenções, se tiver a candidatura impugnada, pela Lei da Ficha Limpa, irá recorrer “da mesma forma que fez quando foi candidato a senador”. O processo deverá ser julgado, inicialmente, pelo Tribunal Regional Eleitoral. “Se perder, recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral”, prossegue.
Enquanto isso, segundo o militante, “ele seguirá normalmente com sua candidatura, como fez em 2010, propugnando que é candidato”. A aposta é que o TSE não julgará o caso antes da eleição, mas, se julgar, ainda terá a “possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal”.
Se perder, então jogará sua última cartada: “Cássio poderá simplesmente lançar seu irmão, o vice-prefeito eleito Ronaldinho, como já ocorreu em outras campanhas na Paraíba.” A aposta é que a transferência de votos será natural. “Pode anotar ai, é isso que vai ocorrer”, assegura.
Pode não ser verdade, e ser apenas o sonho de um militante, mas a verdade é que tem base. E, em se tratando de política, tudo pode acontecer em Campina Grande.
Helder Moura
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