Brasília - Subiu para 79 o número de urnas
eletrônicas que precisaram ser substituídas nos municípios onde ocorre o
segundo turno das eleições municipais. O número representa 0,09% do total de 86,1 mil urnas disponíveis nas sessões eleitorais das 50 cidades onde as votações estão acontecendo. As informações são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Até
o momento, São Paulo (SP) e Manaus (AM) são os municípios com maior
número de urnas substituídas, com 18 e 14 equipamentos trocados
respectivamente. Em todo o estado de São Paulo, houve 26 substituições,
com problemas registrados também em Santo André (2), Guarulhos (2),
Diadema (3) e Campinas (1).
O número de urnas trocadas em Duque de
Caxias (RJ) subiu de cinco para sete na última hora. O mesmo número foi
trocado em Blumenau (SC). Fortaleza (CE) precisou trocar dois
equipamentos; João Pessoa uma urna.
Ao todo, existem
8.814 urnas eletrônicas de reserva para fazer a substituição, caso seja
necessário. Nenhum equipamento precisou se trocado por urnas de lona com
cédulas de papel até agora. Mais de 31 milhões de eleitores escolherão
seus prefeitos em segundo turno hoje. Os que não puderem comparecer em
seus locais de votação devem justificar a ausência em uma das 3.192
urnas preparadas para registrar o não comparecimento.
JB com Agência Brasil
Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.
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