Os serviços de inteligência das polícias Militar e Civil, em parceria
com a Justiça Eleitoral, estão mapeando os pontos de João Pessoa onde
pode ocorrer compra de votos durante as eleições municipais deste ano.
Ontem (12) o juiz responsável pela propaganda de rua, Eduardo José de
Carvalho Soares, reuniu representantes dos candidatos para comunicar o
fato e traçar novas medidas em relação às eleições.
Segundo o juiz, já é sabido pela Justiça Eleitoral que na proximidade das eleições, os armarinhos, depósitos de material de construção e mercadinhos onde são vendidas cestas básicas, aumentam a lucratividade, o que poderia indicar abuso de poder econômico de candidatos com a compra de votos. “Quando vai chegando às eleições estes comércios começam a vender mais que o de costume e isso sempre causa problemas nas eleições” afirmou.
De acordo com Eduardo José de Carvalho Soares, o trabalho de mapeamento está sendo realizado principalmente nas periferias e nas zonas rurais da cidade, onde é muito comum a prática da compra de votos. “Informamos às coligações que os serviços de inteligências das polícias e órgãos públicos, tanto estadual como federal, já estão trabalhando nas periferias e zonas rurais do município de João Pessoa a fim de investigar se existe algum depósito de material de construção ou mercadinho distribuindo material ou cesta básica, para que evitemos qualquer processo de corrupção contra a democracia”, disse.
O juiz ainda informou que nestas eleições, ainda não ocorreu nenhum fato que indique compra de votos, mas pediu a colaboração de todos os candidatos para que isso não venha a ocorrer. “Não nos interessa pegar ninguém com a boca na ‘botija’, mas temos que fiscalizar e esperamos que termine a eleição sem nenhuma denúncia”, afirmou.
Participaram da reunião na 76ª Zona Eleitoral, os representantes das coligações “Por amor a João Pessoa sempre”, de Cícero Lucena; “Unidos por João Pessoa”, de Luciano Cartaxo; “João Pessoa mais feliz”, de José Maranhão e Lourdes Sarmento (PCO). Não compareceram os representantes de Estela Bezerra (PSB), Renan Palmeira (Psol) e Antônio Radical (PSTU).
Segundo o juiz, já é sabido pela Justiça Eleitoral que na proximidade das eleições, os armarinhos, depósitos de material de construção e mercadinhos onde são vendidas cestas básicas, aumentam a lucratividade, o que poderia indicar abuso de poder econômico de candidatos com a compra de votos. “Quando vai chegando às eleições estes comércios começam a vender mais que o de costume e isso sempre causa problemas nas eleições” afirmou.
De acordo com Eduardo José de Carvalho Soares, o trabalho de mapeamento está sendo realizado principalmente nas periferias e nas zonas rurais da cidade, onde é muito comum a prática da compra de votos. “Informamos às coligações que os serviços de inteligências das polícias e órgãos públicos, tanto estadual como federal, já estão trabalhando nas periferias e zonas rurais do município de João Pessoa a fim de investigar se existe algum depósito de material de construção ou mercadinho distribuindo material ou cesta básica, para que evitemos qualquer processo de corrupção contra a democracia”, disse.
O juiz ainda informou que nestas eleições, ainda não ocorreu nenhum fato que indique compra de votos, mas pediu a colaboração de todos os candidatos para que isso não venha a ocorrer. “Não nos interessa pegar ninguém com a boca na ‘botija’, mas temos que fiscalizar e esperamos que termine a eleição sem nenhuma denúncia”, afirmou.
Participaram da reunião na 76ª Zona Eleitoral, os representantes das coligações “Por amor a João Pessoa sempre”, de Cícero Lucena; “Unidos por João Pessoa”, de Luciano Cartaxo; “João Pessoa mais feliz”, de José Maranhão e Lourdes Sarmento (PCO). Não compareceram os representantes de Estela Bezerra (PSB), Renan Palmeira (Psol) e Antônio Radical (PSTU).
PolíticaPB com Jornal Correio da Paraíba
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