A população carcerária dos presídios de Patos, Sousa e Cajazeiras, na
Paraíba, terá atendimento médico local. A iniciativa é da Secretaria de
Administração Penitenciária da Paraíba, em parceria com a Secretaria
Estadual de Saúde, que implantou na Penitenciária Regional de Patos uma
unidade de saúde com ambulância que também atenderá aos outros dois
locais. O serviço atende portaria que visa incluir os detentos no SUS.
A equipe da unidade de saúde será composta por médico, enfermeiro, odontólogo, psicólogo, assistente social, técnico de enfermagem e assistente de cirurgião dentista. As atividades serão estendidas ao Presídio Feminino de Patos, faltando definir os dias de atendimento às internas, bem como a todos os profissionais que trabalham no sistema prisional. O primeiro trabalho dessa equipe será fazer um diagnóstico mais preciso da saúde dos detentos.
No Brasil, informa Ziza, as doenças mais corriqueiras existentes nos presídios são a tuberculose e as sexualmente transmissíveis. ” A superlotação nas carceragens contribui para o agravamento e transmissão dessas doenças. O governo estadual vem atuando com capacitação das unidades do Programa de Saúde Prisional para que os profissionais possam atuar de forma mais efetiva e alcançar os resultados almejados” , explicou.
Na Paraíba são mais de 8 mil apenados, dos quais mais de mil estão em processo de ressocialização, estudando dentro das unidades prisionais. Outros, que cumprem pena em regime semiaberto e aberto, trabalham e são remunerados.
A equipe da unidade de saúde será composta por médico, enfermeiro, odontólogo, psicólogo, assistente social, técnico de enfermagem e assistente de cirurgião dentista. As atividades serão estendidas ao Presídio Feminino de Patos, faltando definir os dias de atendimento às internas, bem como a todos os profissionais que trabalham no sistema prisional. O primeiro trabalho dessa equipe será fazer um diagnóstico mais preciso da saúde dos detentos.
No Brasil, informa Ziza, as doenças mais corriqueiras existentes nos presídios são a tuberculose e as sexualmente transmissíveis. ” A superlotação nas carceragens contribui para o agravamento e transmissão dessas doenças. O governo estadual vem atuando com capacitação das unidades do Programa de Saúde Prisional para que os profissionais possam atuar de forma mais efetiva e alcançar os resultados almejados” , explicou.
Na Paraíba são mais de 8 mil apenados, dos quais mais de mil estão em processo de ressocialização, estudando dentro das unidades prisionais. Outros, que cumprem pena em regime semiaberto e aberto, trabalham e são remunerados.
Fonte: Boa informacão
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