O técnico Tite rechaçou nesta segunda-feira, em entrevista no CT do
Parque Ecológico, a torcida contrária dos rivais corintianos na decisão
da Copa Libertadores da América contra o Boca Juniors. O comandante
avisou que "o Corinthians não é Brasil na Libertadores, assim como o
Boca não é Argentina". Quem vencer o jogo da próxima quarta se consagra
campeão continental deste ano - o duelo acontece no Pacaembu, às 22h (de
Brasília).
"Essa rivalidade que existe do Corinthians, do São Paulo, do Palmeiras, do Santos, não vamos brincar com as coisas. O Boca não é a Argentina e o Corinthians não é Brasil. Isso é do esporte, é da rivalidade, do um contra outro, do ganhar e perder", definiu o treinador brasileiro.
O Corinthians faz contra o clube de Buenos Aires um dos jogos mais importantes de sua história, e pode se sagrar campeão continental pela primeira vez. O feito acabaria com o "sarro" dos três principais rivais - Santos, São Paulo e Palmeiras -, que já possuem, somados, sete troféus de Libertadores no currículo.
"O que eu faço é a preparação para circunstâncias do jogo. Nesse momento da dificuldade, o torcedor pode nos ajudar. Não aquilo que o jogo pode nos dar, vai ser um dos maiores títulos da história, pode entrar para a história, isso tudo nós sabemos. O que temos que pensar é no jogo, nas ações do jogo", analisou Tite.
"Sair na frente deles, isso sim. Temos 90 minutos para poder ganhar, preparar também se tiver pênalti. Esse é nosso foco e nossa intenção, preparar para todas as situações", declarou o técnico, que ainda fez uma previsão: "se ganhar cobrança vai ser igual para ganhar de novo, os grandes clubes são assim. É assim mesmo, e tem que saber trabalhar. Se ganhar tem pressão de ganhar de novo", encerrou.
Terra
"Essa rivalidade que existe do Corinthians, do São Paulo, do Palmeiras, do Santos, não vamos brincar com as coisas. O Boca não é a Argentina e o Corinthians não é Brasil. Isso é do esporte, é da rivalidade, do um contra outro, do ganhar e perder", definiu o treinador brasileiro.
O Corinthians faz contra o clube de Buenos Aires um dos jogos mais importantes de sua história, e pode se sagrar campeão continental pela primeira vez. O feito acabaria com o "sarro" dos três principais rivais - Santos, São Paulo e Palmeiras -, que já possuem, somados, sete troféus de Libertadores no currículo.
"O que eu faço é a preparação para circunstâncias do jogo. Nesse momento da dificuldade, o torcedor pode nos ajudar. Não aquilo que o jogo pode nos dar, vai ser um dos maiores títulos da história, pode entrar para a história, isso tudo nós sabemos. O que temos que pensar é no jogo, nas ações do jogo", analisou Tite.
"Sair na frente deles, isso sim. Temos 90 minutos para poder ganhar, preparar também se tiver pênalti. Esse é nosso foco e nossa intenção, preparar para todas as situações", declarou o técnico, que ainda fez uma previsão: "se ganhar cobrança vai ser igual para ganhar de novo, os grandes clubes são assim. É assim mesmo, e tem que saber trabalhar. Se ganhar tem pressão de ganhar de novo", encerrou.
Terra
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