A Paraíba e mais seis Estados viram seus mercados de trabalho formal encolher no mês de maio, conforme os dados do Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta
quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O estado que
mais sentiu a retração foi o Rio Grande do Sul, que demitiu 3.332
pessoas a mais do que contratou em maio. Em Alagoas, o saldo líquido
ficou negativo em 2.107 postos. Nos dois casos, segundo o governo, o
resultado foi influenciado negativamente pelo setor agrícola.
Também apresentaram retração em maio o Rio Grande do Norte (-819), Amazonas (-782), Sergipe (-609), Roraima (-460) e o Piauí (-1). Entre as 20 unidades da Federação que registraram aumento do mercado com carteira assinada, merecem destaque São Paulo (52.624), Minas Gerais (32.684), Rio de Janeiro (12.030), Paraná (11.738) e Goiás (8.013).
O MTE enfatizou também a reação de alguns Estados na comparação com o resultado visto em igual mês do ano passado. São eles Rondônia (2.478), Paraíba (2.224) e Maranhão (1.730). Há um ano, a criação de vagas formais nesses Estados foi respectivamente de 345, 819 e 24.
Estadão
Também apresentaram retração em maio o Rio Grande do Norte (-819), Amazonas (-782), Sergipe (-609), Roraima (-460) e o Piauí (-1). Entre as 20 unidades da Federação que registraram aumento do mercado com carteira assinada, merecem destaque São Paulo (52.624), Minas Gerais (32.684), Rio de Janeiro (12.030), Paraná (11.738) e Goiás (8.013).
O MTE enfatizou também a reação de alguns Estados na comparação com o resultado visto em igual mês do ano passado. São eles Rondônia (2.478), Paraíba (2.224) e Maranhão (1.730). Há um ano, a criação de vagas formais nesses Estados foi respectivamente de 345, 819 e 24.
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