Jogador foi indiciado por estupro no mês de janeiro
Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem
O promotor da 5ª Vara Criminal de Campina Grande, Romualdo Tadeu, remeteu de volta à Polícia Civil, nesta quinta-feira (8), o inquérito que investiga uma confusão envolvendo o jogador Marcelinho Paraíba, de 36 anos.
De acordo com o promotor, o documento enviado pela Delegacia da Mulher de Campina Grande ao Ministério Público da Paraíba não contém todas as informações necessárias para que ele possa apreciar a denúncia.
"Percebi que haviam algumas lacunas, que tornam o documento insuficiente para prosseguir com a denúncia, então remeti de volta à delegacia para que essas situações fossem contempladas", disse.
Agora, a delegada Herta de França, responsável pela conclusão do inquérito, tem um prazo de 30 dias para enviar novamente o documento, conforme as especificações do promotor.
O jogador Marcelinho Paraíba foi indiciado por suspeita de estupro. A queixa prestada contra o jogador do Sport Club do Recife diz que o atleta teria beijado à força uma advogada, durante uma festa em sua granja em Campina Grande, quando comemorava a ascenção do time pernambucano à Série A do Campeonato Brasileiro.
Os exames de corpo de delito teriam detectado a presença de uma leve lesão nos lábios da suposta vítima, o que para a Polícia Civil, caracterizaria o crime. O jogador alega ser inocente e se diz vítima de um golpe. O irmão da vítima, o delegado Rodrigo Pinheiro, é acusado de ter disparado a esmo durante a confusão na granja. Ele teria acionado a polícia. Foi instaurado um inquérito para apurar a conduta do policial, que chegou a ser afastado durante um período de suas funções. O Ministério Público, porém, ainda não se pronunciou sobre o caso.
Do NE10/ Paraíba
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