O jogador reclama de um dívida de R$ 3,75 milhões. Para resolver o problema, a diretoria do Rubro-Negro espera receber um valor de R$ 7,7 milhões referente a um acordo judicial com a Cosan Combustível e Lubrificantes. A empresa tinha um posto de combustível não autorizado em uma parte que era terreno do clube.
A informação foi divulgada pelo site "Globoesporte.com". De acordo com o portal, alguns membros da diretoria do Flamengo se reuniram na última sexta-feira para tentar solucionar os problemas. Participaram da conversa o vice de finanças, Michel Levy, o marido da presidente Patrícia Amorim, Fernando Sihman, e o vice jurídico, Rafael de Piro.
SRZD
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