Petrobras e Eletrobras aplicarão parte do total
Serão necessários R$ 1,02 trilhão em investimentos para garantir a oferta de energia elétrica, petróleo, gás e etanol até 2020. Deste total, quase metade será aplicado pela Petrobras, e numa escala menor, pela Eletrobras.
Os dados fazem parte do Plano Decenal de Energia do governo, divulgado nesta segunda-feira pelo presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Segundo a EPE, no mesmo período a demanda total de energia irá subir 60%.
A maior parte dos recursos será aplicada na exploração e produção de petróleo: R$ 686 bilhões (67% do total). Graças ao pré-sal, o país praticamente triplicará sua produção, que passará dos 2,1 milhões de barris diários em 2010 para 6,1 milhões de barris por dia em 2020.
Em relação ao gás natural, a oferta total será quase duplicada, subindo de cerca de 109 milhões de metros cúbicos por dia em 2011 para 193 milhões de metros cúbicos diários em 2020.
Na área de biocombustíveis, o etanol concentrará maior parte dos investimentos projetados, de R$ 97 bilhões.
O aumento da frota "flex" no mercado brasileiro irá impulsionar a demanda por etanol que, segundo a EPE, deverá triplicar na década, passando de 27 bilhões de litros em 2010 para 73 bilhões em 2020 - incluindo 6,8 bilhões de litros para exportação.
A oferta de energia elétrica até 2020 deverá aumentar 55%, saltando de uma capacidade instalada de 110.000 megawatts (MW) em dezembro de 2010 para 171.000 MW em dezembro de 2020.
As fontes renováveis serão priorizadas (hidráulica, eólica e biomassa), segundo Tolmasquim, mas o plano prevê também a construção de térmicas movidas a combustíveis fósseis, em especial o gás natural.
Com relação às fontes renováveis, haverá queda da participação da fonte hidrelétrica na matriz, de 76% para 67% no período. Já a geração oriunda outras fontes alternativas, como a de usinas eólicas, de térmicas à biomassa e de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), vai dobrar em dez anos, de 8% para 16%.
O destaque nesta área é a geração eólica, que irá saltar de 1% para 7% da matriz em uma década. Com isso, a fatia de fontes renováveis se manterá em torno de 83% ao final do decênio
O plano decenal não prevê aumento da participação de energia nuclear no país até 2020. Além de Angra 3, que já está em construção, o documento do governo não incluiu nenhuma outra usina nuclear em operação nos próximos 10 anos.
Os dados fazem parte do Plano Decenal de Energia do governo, divulgado nesta segunda-feira pelo presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Segundo a EPE, no mesmo período a demanda total de energia irá subir 60%.
A maior parte dos recursos será aplicada na exploração e produção de petróleo: R$ 686 bilhões (67% do total). Graças ao pré-sal, o país praticamente triplicará sua produção, que passará dos 2,1 milhões de barris diários em 2010 para 6,1 milhões de barris por dia em 2020.
Em relação ao gás natural, a oferta total será quase duplicada, subindo de cerca de 109 milhões de metros cúbicos por dia em 2011 para 193 milhões de metros cúbicos diários em 2020.
Na área de biocombustíveis, o etanol concentrará maior parte dos investimentos projetados, de R$ 97 bilhões.
O aumento da frota "flex" no mercado brasileiro irá impulsionar a demanda por etanol que, segundo a EPE, deverá triplicar na década, passando de 27 bilhões de litros em 2010 para 73 bilhões em 2020 - incluindo 6,8 bilhões de litros para exportação.
A oferta de energia elétrica até 2020 deverá aumentar 55%, saltando de uma capacidade instalada de 110.000 megawatts (MW) em dezembro de 2010 para 171.000 MW em dezembro de 2020.
As fontes renováveis serão priorizadas (hidráulica, eólica e biomassa), segundo Tolmasquim, mas o plano prevê também a construção de térmicas movidas a combustíveis fósseis, em especial o gás natural.
Com relação às fontes renováveis, haverá queda da participação da fonte hidrelétrica na matriz, de 76% para 67% no período. Já a geração oriunda outras fontes alternativas, como a de usinas eólicas, de térmicas à biomassa e de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), vai dobrar em dez anos, de 8% para 16%.
O destaque nesta área é a geração eólica, que irá saltar de 1% para 7% da matriz em uma década. Com isso, a fatia de fontes renováveis se manterá em torno de 83% ao final do decênio
O plano decenal não prevê aumento da participação de energia nuclear no país até 2020. Além de Angra 3, que já está em construção, o documento do governo não incluiu nenhuma outra usina nuclear em operação nos próximos 10 anos.
Jornale
0 Seu comentário é sempre bem vindo!:
Postar um comentário
Deixe-nos seu comentário sobre a matéria. Entretanto, trate com respeito os demais leitores.
Evite comentários e termos grosseiros, agressivos ou que possam ser interpretados como tais.
Obs: Evitem se indetificar como Usuários anônimos.