Passar a noite conversando com os vizinhos na calçada, dormir com as janelas de casa abertas e convidar um desconhecido para entrar, são hábitos impraticados faz tempo devido ao aumento da violência. Em 66 municípios do interior da Paraíba, no entanto, ainda é possível ficar tranquilo: segundo o Mapa da Violência 2011, nenhum homicídio foi registrado nesses locais entre 2006 e 2008. Entre elas, Serraria, São Domingos, Poço Dantas e Pilõezinhos.
Em Mãe d’Água, as pessoas ficam até altas horas na rua, sem se preocupar com bandidos. Segundo o funcionário público Clóvis Moura, “aqui não tem esse problema da cidade grande... As pessoas se conhecem e ainda cultivam o hábito de colocar cadeiras na calçada para conversar até a hora que achar conveniente”, conta. “Minha família se sente segura aqui na cidade”, completa.
Tamanha tranquilidade permite que funcionários do comércio deixem os estabelecimentos "sozinhos" enquanto vão ao banheiro ou conversam com alguém do outro lado da rua. “Por aqui, ainda bem, não chegou essa onda de violência que assusta as cidades maiores”, diz a manicure Célia Costa, demostrando alívio. “Quando assistimos ao noticiário, dá um medo que um dia nossa cidade também seja alvo da bandidagem”, acrescenta.
Em Marizópolis, no Sertão, com apenas 6.173 habitantes, a sensação também é de liberdade. “Ah, morar aqui é bom demais, sabia?”, diz orgulhosa a estudante Andréa Santos. Ela afirma gostas de ficar na frente de casa conversando com as amigas. “Também podemos ficar na praça sem preocupação, nossos pais não ficam com medo de que algo ruim aconteça”, explica a estudante. A vida das primas que moram em Campina Grande é bem diferente: “lá, é porta fechada o tempo todo. A sensação é de viver dentro de uma prisão”, afirma.
Areia de Baraúnas é outra cidade "da paz". O último homicídio só existe na memória dos mais velhos. Violência, só nas páginas dos jornais. O mesmo ocorre em Caraúbas, Caldas Brandão, Capim, Cajazeirinhas e Cachoeiras dos Índios, onde só o que tira o sossego do povo são pequenos furtos, brigas de marido e mulher e confusão em mesa de bar. De vez em quando, a rotina tranquila é interrompida por uma ocorrência mais grave, como as recentes explosões de caixas eletrônicos em Capim, na segunda semana de janeiro. Em São Mamede, na última quinta-feira (7), a cena dos bandidos metralhando o posto policial para evitar perseguição assustou os moradores.
Do Pbagora com NE10 e agências
Em Mãe d’Água, as pessoas ficam até altas horas na rua, sem se preocupar com bandidos. Segundo o funcionário público Clóvis Moura, “aqui não tem esse problema da cidade grande... As pessoas se conhecem e ainda cultivam o hábito de colocar cadeiras na calçada para conversar até a hora que achar conveniente”, conta. “Minha família se sente segura aqui na cidade”, completa.
Tamanha tranquilidade permite que funcionários do comércio deixem os estabelecimentos "sozinhos" enquanto vão ao banheiro ou conversam com alguém do outro lado da rua. “Por aqui, ainda bem, não chegou essa onda de violência que assusta as cidades maiores”, diz a manicure Célia Costa, demostrando alívio. “Quando assistimos ao noticiário, dá um medo que um dia nossa cidade também seja alvo da bandidagem”, acrescenta.
Em Marizópolis, no Sertão, com apenas 6.173 habitantes, a sensação também é de liberdade. “Ah, morar aqui é bom demais, sabia?”, diz orgulhosa a estudante Andréa Santos. Ela afirma gostas de ficar na frente de casa conversando com as amigas. “Também podemos ficar na praça sem preocupação, nossos pais não ficam com medo de que algo ruim aconteça”, explica a estudante. A vida das primas que moram em Campina Grande é bem diferente: “lá, é porta fechada o tempo todo. A sensação é de viver dentro de uma prisão”, afirma.
Areia de Baraúnas é outra cidade "da paz". O último homicídio só existe na memória dos mais velhos. Violência, só nas páginas dos jornais. O mesmo ocorre em Caraúbas, Caldas Brandão, Capim, Cajazeirinhas e Cachoeiras dos Índios, onde só o que tira o sossego do povo são pequenos furtos, brigas de marido e mulher e confusão em mesa de bar. De vez em quando, a rotina tranquila é interrompida por uma ocorrência mais grave, como as recentes explosões de caixas eletrônicos em Capim, na segunda semana de janeiro. Em São Mamede, na última quinta-feira (7), a cena dos bandidos metralhando o posto policial para evitar perseguição assustou os moradores.
Do Pbagora com NE10 e agências
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