A não utilização de toda a capacidade da rede é o argumento utilizando pelas operadoras, mas existe outro motivo ainda mais forte: a inviabilidade financeira do negócio. Dias atrás, o diretor de Operações e Tecnologia da CTBC, Luís Antônio Andrade Lima, disse, durante um evento em São Paulo, que a “conta não fecha”. De acordo com ele, o custo de infraestrutura aérea é muito alto para atender a demanda crescente. Ela aposta na busca de um modelo mais “equilibrado”.
Uma das alternativas que está sendo proposta pela TIM é a mudança na forma de ofertar o produto. A operadora parou de vender pacotes de internet por volume de dados. Agora, os pacotes serão por tempo de uso. Além disso, a empresa também oferece um plano pré-pago de 3G (mas nada de ilimitado, com preço fixo). A Claro iniciou a oferta de planos limitados com 3GB e 5GB por 89,90 reais e 119,90 reais ao mês. A tarifa para o acesso excedente é de 10 centavos de real por megabyte.
Ao analisar o site de outra concorrente, a Vivo, também não foi encontrado mais nenhum pacote ilimitado. O maior é de 8GB e custa R$199,90.
Já a Oi, operadora líder no mercado paraibano em telefonia móvel, oferece planos de internet móvel de até 10GB por R$ 119,90, o que não significa que é a melhor opção. Muitos usuários vem se queixando da conexão.
Com cifras tão altas por um serviço limitado (que cobra pelo excedente) dá para entender por que as operadoras decidiram deixar seus clientes na mão.
PB Agora
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