A taxa de desemprego no Brasil avançou para 6,4% em fevereiro deste ano, contra 6,1% em janeiro, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo mês do ano passado a taxa estava em 7,4%.

A população desocupada totalizou 1,5 milhão de pessoas no mês, com avanço de 6,0% em relação ao mês anterior. Frente a fevereiro do ano passado, apresentou queda de 12,4% (menos 214 mil pessoas).

A população ocupada (22,2 milhões) apresentou estabilidade em comparação com janeiro. No confronto com fevereiro de 2010, ocorreu elevação de 2,4% nessa estimativa, representando adicional de 515 mil ocupados.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (10,7 milhões) cresceu 1,8% na análise mensal em fevereiro. Na comparação anual, houve uma elevação de 6,9%, representando adicional de 687 mil postos de trabalho com carteira assinada.

O rendimento médio real dos trabalhadores (R$ 1.540,30) teve queda de 0,5% na comparação mensal e alta de 3,7% frente a fevereiro do ano passado. A massa de rendimento médio real habitual (R$ 34,6 bilhões) teve queda em relação a janeiro (-0,5%) e cresceu em relação a fevereiro do ano passado (6,4%).
A massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados (R$ 34,4 bilhões) estimada em janeiro de 2011 caiu 20,3% no mês e cresceu 6,7% no ano.

Regionalmente, na comparação mensal, a taxa de desocupação apresentou variação significativa apenas em Belo Horizonte (de 5,3% para 6,3%). Frente a fevereiro de 2010 foi registrada queda em São Paulo (1,5 ponto percentual) e nas demais regiões o quadro foi de estabilidade.

Nos grupamentos de atividade, de janeiro para fevereiro, todos mantiveram-se estáveis, exceto a Construção que registrou elevação de 4,1%. No confronto anual, houve alta nos contingentes de trabalhadores nos grupamentos dos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (5,5%) e dos Outros serviços (5,0%). Ocorreu redução no contingente dos Serviços domésticos (-6,6%).


Jornal do Brasil

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