Só em 2010, as fraudes ocorridas na Paraíba em cima dos repasses da União somaram um prejuízo de mais de R$ 25 milhões. Esquemas ilegais usando benefícios previdenciários, emissão de notas fiscais frias, suprefaturamentos e simulação de licitações são algumas “armas” utilizadas pelos gestores públicos municipais e estaduais para burlar a fiscalização e colocar o dinheiro dos contribuintes no “bolso”. O pior é que boa parte desse montante seria utilizado justamente para áreas fundamentais da saúde, entre elas a implementação de programas de apoio aos portadores de HIV.

Um balanço realizado pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) apontou que foram ajuizadas pelo órgão 67 ações de improbidade administrativa no ano passado. Segundo a procuradoria, a maior parte delas tinha como réus gestores públicos municipais e estaduais. As irregularidades ocorreram em 31 municípios.

Manobras
As manobras para desviar as verbas federais são as mais criativas possíveis, porém muito conhecidas no país. Entre elas está a montagem de esquema para concessão fraudulenta de benefícios previdenciários.

Nessa relação de “dribles”, o MPF destacou ainda a distorção entre o acertado no plano de trabalho e o que foi executado; emissão de notas fiscais frias para mascarar o desvio de verbas federais, com íntima ligação entre empresas e prefeituras; aquisição de medicamentos por preço superior ao contratado; obras atestadas sem que tivessem sido regularmente executadas; pagamentos de quantias exorbitantes sem que a obra estivesse iniciada.

Fonte: Paraiba Já

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